Campanha eleitoral, para quem tem estômago, é um bom momento, se não o único, para jornalista ganhar dinheiro. O VN revela os valores (aproximados) recebidos pelos repórteres de TV dos principais candidatos:
Alcides Rodrigues: com a máquina de governo na mão, pôde pagar bem seus repórteres, entre R$ 50 mil e R$ 60 mil.
Maguito Vilela: acostumada a levar calote do PMDB, a Stylus foi a que pior pagou jornalistas. Nos dois turnos da campanha, o cachê ficou em torno de R$ 20 mil.
Barbosa Neto: com o PT na retaguarda, o vira-casaca também pagou bem, entre R$ 20 mil e R$ 30 mil, só, claro, o primeiro turno.
Demóstenes Torres: mais preocupado em reeleger Ronaldo Caiado, o candidato pefelista não contratou repórter fixo para sua campanha. E, dizem, ainda nem pagou os freelas que utilizou.
Inoculado por Miss Watergate