quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Participação

O VN agradece as contribuições dos venenosos colegas, que não param de chegar por e-mail. Todas serão checadas e publicadas a seu tempo, após tomados os devidos cuidados pra que os colaboradores não sejam identificados.
Inoculado por Miss Watergate

Um desconfiômetro pra Cleclé

Cleclé Megaloman disse ter recebido telefonema pessoal de Poderoso Vozeirão pra que assumisse o posto de repórter de rede da Plimplimcommedodarecord no lugar da ex-moça da rede, escafedida pra São Paulo. Teve que recusar honroso convite, dado que a Vênus Platinada goiana nada mais é do que uma Vênus Lataria, e não pôde cumprir as justas exigências salariais de Megaloman, muito menos reservar um camarim apenas pra si, no caso ele, visto que Cleclé não poderia se misturar com reles globais locais.
Inoculado por Jesse James

Geladinha, geladinha

Pequerrucha Irritadiça será a repórter da TBC a acompanhar o governador Marconi Perillo em viagem à Rússia na semana que vem. Entre as atividades previstas está o jogo da Seleção contra o time da casa. Pequerrucha já comprou botas cano alto tamanho 32 pra enfrentar o frio congelante de Moscou, mas gostaria mesmo de um cobertor de orelhas. A experientíssima repórter diz que não vê a hora de saborear um borscht à russa, desde que sejam excluídos da receita aipos e cenouras, dado o duplo sentido permitido a esses vegetais. O VN apurou que o clima na TBC é de revolta, já que Susé, a Mansa, que se meteu a repórter na última viagem do gov pras estranjas, apesar de ser diretora, esperava novamente ser ela a responsável pelo sacrifício de uma viagem internacional. Susé ficou igualzinha ao presidente anfitrião: Putin.
Inoculado por Jesse James

sábado, fevereiro 18, 2006

Pingos nos is

Na votação que abrimos sobre a continuidade do VN ficou claro que, até agora, nossos leitores querem que continuemos. Sem, porém, ofensas pessoais ou humor agressivo, por assim dizer. Bem, anunciamos, então, que continuaremos. E já adiantamos também que a avaliação sobre o que é ou não de bom gosto é bastante subjetiva, apesar de haver uma média de aceitação geral.
Em nosso mea culpa chegamos à conclusão de que extrapolamos em apenas dois pontos: alguns apelidos que criamos – não todos – e parte dos comentários sobre os registros precários cassados pela Justiça, (vejam bem, pela Justiça) até porque, alguns nomes não deveriam ter constado da lista comentada.
Antes, porém, gostaríamos de chamar nossos colegas à reflexão. Primeiro ponto: retirar registro precário na DRT pode. Divulgar a lista desses mesmos registros cassados, não? Onde está a lógica disso, podem nos indicar o caminho, pegar na nossa mão e nos conduzir pra que entendamos tamanha contradição? Porque não foi apenas aqui no VN que a divulgação da lista recebeu severas críticas dos corretíssimos colegas, como todos vocês bem sabem. Ora, se não queriam ver seus nomezinhos aqui, que não tivessem se dado ao trabalho de obter o registro que, muitos vêm dizendo agora, nunca serviu pra nada. Então, por que o trabalho?
Segundo ponto. Alguém, por acaso, já leu Nataniel Jebão, do Pasquim? Ou o Tenório Leitão (hoje, fora do ar), da goianíssima Revista Bula, colunista também anônimo, na verdade, resultado da união dos “venenos” de um bem informado jornalista goianiense, um poeta e assessor da UEG e dois ou três assessores de um badalado político goiano? Ou ainda as charges publicadas na última página do Jornal Opção – que, esta semana, citou o VN na coluna Imprensa? Ora, mas claro: todas essas publicações tratam de pessoas sem nenhuma importância, como parlamentares, prefeitos, governadores, presidentes da república, pobres mortais. Se falassem de jornalistas, seres infalíveis e superiores...
(Alguém deixou um comentário sobre o suposto fato de a Polícia Federal estar na cola dos editores do VN. Além de achar a história estapafúrdia, pra dizer o mínimo, pois acreditamos que os dólares sumidos dos avestruzes e os reais surrupiados da Câmara Municipal serem assuntos bem mais interessantes pra PF, sob qual argumento a mesma viria nos incomodar, alguém pode nos indicar o caminho, pegar na nossa mão e nos conduzir pra que entendamos?)
Muito bem, caros colegas. Continuaremos, com poucas alterações em nosso conteúdo. Aos descontentes, sugerimos simplesmente o melhor dos remédios: nos ignorar. Mas, também, refletir: liberdade de imprensa e de expressão vale apenas pra que nos utilizemos dela? Ou será que também podemos ser suas “vítimas”?
Os editores

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Fica ou não?

Quando o VN surgiu éramos quatro amigos/colegas que, numa mesa de bar, decidiram criar um blog para comentar "esquisitices" que ocorrem na imprensa goiana. Especialmente as injustiças cometidas por chefes mais realistas que o rei e colegas que desrespeitam os demais usando artifícios pouco convencionais.
A idéia pareceu boa inicialmente e a regra era que nenhum texto iria para o ar sem passar pelo crivo de todos. Por motivos diversos, isso acabou não acontecendo. Por não concordar com algumas posições adotadas no blog, o grupo se desfez ainda no início, provocando mudanças editoriais significativas no conteúdo. Bom humor era a intenção, mesmo que fosse escrachado. Algo como o saudoso Nataniel Jebão, do Pasquim – claro, não há aqui nenhuma pretensão em comparações. Mas ofensas pessoais nunca fizeram parte do que o VN se propôs naquela antiga conversa de bar.
Por isso, como continuamos amigos, apesar de desfeito o grupo de redatores, decidimos que devíamos uma explicação aos nossos leitores, até pela proporção que o VN tomou. Na verdade, achávamos que o blog seria levado menos a sério pelos leitores. Pensávamos que todos entrariam no clima de "brincadeira" – sem negar, como já dissemos, que o próprio blog extrapolou. E agora deixamos com vocês a resposta: o VN continua, ou não? Mantemos o projeto original, de divulgar histórias de bastidores de forma séria? Ou partimos para o humor escracho? Está aberta a votação. E, a todos que se sentiram ofendidos, nossas sinceras desculpas.
Os editores
PS: Não se esqueçam, no entanto, de que muitos também se aproveitaram do anonimato para criticar o blog e colegas de trabalho. Nada de dois pesos, duas medidas.
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